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segunda-feira, 5 de junho de 2017

RETIRADA DAS BARONESAS DO VELHO CHICO CONTINUA

Retirada de baronesas das margens do Rio São Francisco em Petrolina traz aumento na oxigenação da água

De acordo com a Amma, após a retirada das baronesas, de 1.3 miligramas por litro de oxigênio foi encontrado 8.1.

Por G1 Petrolina
Retirada de baranesas na Orla de Petrolina (Foto: Reprodução/ TV Grande Rio )

Desde o mês de abril, na Orla de Petrolina, foram retirados quase dois quilômetros de baronesas das margens do Rio São Francisco. Segundo a Agência Municipal de Meio Ambiente de Petrolina, a retirada dessa vegetação, já apresentou melhoras na oxigenação da água.

De acordo com o gerente de projetos da Agência Municipal do Meio Ambiente, Victor Flores, além do cenário mais bonito, a limpeza também está deixando o rio mais saudável. “A gente constatou a difereça depois de mais de 40 dias de trabalho e nós já obtivemos a mudança de 1.3 miligramas por litro de oxigênio para 8.1. Para a gente foi uma surpresa porque estava previsto no cronograma de atividades fazer a oxigenação da água para recuperar, mas o Velho Chico com sua pujança, mesmo com a redução do volume, nós tivemos essa mudança”.

As análises são feitas a partir da coleta da água feita pela equipe da da Amma, em várias partes do rio. A água vai segue parao laboratório do Instituto Federal do Sertão Pernambucano (If sertão-PE), onde a água passa por testes de pureza, turbidez, cor e nitratos. “Se pode ou não se banhar nas águas. Se pode ou não consumir. Se pode ou não tratar aquela água. Todos esses usos da água na natureza vão ser delimitados por essas análises e por esses valores que a gente encontra aqui no laboratório”, ressalta o coordenador do Laboratório de Águas e Bebidas, Marcos Lima.

A vegetação aquática que se alimenta dos dejetos jogados na água. Por isso, o trabalho de limpeza ainda continua e as análises para verificação dos resultados do trabalho na área. “Posso começar soltando 20 mil alevinos de uma espécie nativa em parceria com a codevasf para que a gente possa estar repovoando, cuidando da fauna, da flora, para que a gente possa ter um equilibrio aqui nesse trecho da orla do Rio São Francisco”, relata Victor Flores.