RADIO WEB JUAZEIRO : ATRIZ E DANÇARINA PASSA POR DIFICULDADES FINANCEIRAS

sexta-feira, 1 de setembro de 2017

ATRIZ E DANÇARINA PASSA POR DIFICULDADES FINANCEIRAS

REGININHA POLTERGEIST VENDE CARRO PARA SUSTENTAR FILHO E TENTA REAVER PENSÃO NA JUSTIÇA
Regininha Poltergeist: em dificuldades financeiras, ela vendeu o carro para sustentar filho
 Foto: reprodução/instagram


Em dificuldades financeiras, Regininha Poltergeist teve que vender o carro para conseguir segurar algumas contas de casa e continuar bancando o filho de 12 anos. Deprimida e sem trabalho, a bailarina que fez sucesso nos anos 90 está em busca de emprego e também de reaver na Justiça as pensões alimentícias que o pai do menino lhe deve. “Hoje ele paga R$ 300 por mês. A Justiça determinou que fossem pagos cinco salários mínimos na época do divórcio. Isso nunca foi depositado. Ele conseguiu reduzir o valor algumas vezes e agora reduziu por vontade própria”, conta ela, que calcula a dívida em cerca de R$ 30 mil.

Durante a conversa com o EXTRA, Regininha chorou várias vezes. Segundo ela, nos últimos meses ouviu muitas promessas para voltar ao mundo artístico, porém nada se concretizou. A ex-louraça belzebu ainda relembra a fase em que aceitou protagonizar filmes pornográficos. “Naquela época, eu com um bebê de colo, sem dinheiro para nada, estava desesperada. Me ofereceram R$ 400 mil na época. Quem não aceitaria? Consegui sustentar meu filho por muitos anos com esse dinheiro”, justifica ela: “Se não fosse por Deus e pelo fato de ter voltado à igreja, neste momento, na situação em que estou, talvez aceitasse novamente”.

O rendimento de Regininha hoje vem de aulas de dança e de reforço particulares. “Só que não fecham as contas. Tive que pedir um empréstimo no banco e nem sei como vou conseguir pagar”, desabafa: “Preciso de um emprego que me dê um fixo. Na época em que fazia shows, conseguia tirar R$ 2.500 por semana”.

Com os perrengues dentro de casa, Regininha diz que está muito tensa. “Um programa de TV me convidou para uma participação e não fui porque agora passo mal dentro do avião. Moro no 12º andar e tem dia que morro de medo de descer o elevador”, conta: “Quando estou assim lembro da Leila Lopes, que passou por algo bem parecido. A minha sorte é que confio muito em Deus e tenho fé. Porque já não sei do que seria capaz”. Em outros períodos, Regininha trabalhou como vendedora das Casa Bahia e da Tim.

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