RADIO WEB JUAZEIRO : CASA EM FORMATO DE DISCO VOADOR

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

CASA EM FORMATO DE DISCO VOADOR

A casa foi construída em 1968 pelo arquiteto finlandês Matti Suuronen

Agência O Globo

Um anúncio imobiliário publicado na internet está chamando a atenção de possíveis compradores e curiosos de todo o mundo. Isso porque o imóvel, localizado na pequena cidade costeira de Warrington, na Nova Zelândia, tem o formato de uma nave espacial.

Foto: Reprodução

— Existe algo mágico sobre o formato de um ovo, é suave e resistente, como uma espaçonave — disse a designer Juanita Clearwater, dona da propriedade, em entrevista ao “Guardian”. — É um formato icônico que te atrai.

A casa foi construída em 1968 pelo arquiteto finlandês Matti Suuronen. Construída em chapas pré-moldadas de fibra de vidro reforçada com plástico poliéster, ela se tornou um ícone do design, e menos de cem delas foram construídas.

Juanita comprou a sua há quatro anos, instalada num terreno com vista para uma praia. O interior tem móveis planejados para ocupar as paredes arredondadas, com visual futurístico para a década de 1960, quando foram projetados. A porta de entrada tem uma escada como a de aeronaves.

Sempre que a família de Juanita chega na espaçonave para passar um fim de semana na praia, encontra recados e mensagens coladas na porta, de estranhos querendo comprar ou visitar o imóvel.

— Ela sempre atraiu um interesse constante e nós agradecemos, mas ela também é uma casa, não apenas uma obra de arte. E funciona muito bem como um lar — disse a proprietária.

A casa de Juanita foi uma das 12 construídas na cidade neozelandesa de Christchurch e exibida nos jogos da Commonwealth de 1974, antes de ser transportada para Warrington, em 1975, onde se encontra até agora.

Agora, Juanita, que diz ter realizado um sonho ao comprar o imóvel, pretende se desfazer da propriedade, mas apenas para alguém que se comprometa a manter a casa no local e preservar suas características originais.

— Existem muitas nos EUA que ficaram em condições péssimas e se transformaram em lixo — comentou ela. — O lado positivo das que estão na Nova Zelândia é que nós gostamos de preservar a história.

Desde que o anúncio foi publicado, na segunda-feira, Justina recebeu cerca de 40 ofertas que estão sendo consideradas. Ela pretende vender o imóvel por 400 mil dólares neozelandeses, o equivalente a cerca de R$ 900 mil.

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