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sexta-feira, 15 de setembro de 2017

MIGRAÇÃO DE RÁDIOS AMS PARA FMS

Ao lado de ministro, diretora SGRC assina documento de migração para FM das Rádios de Pernambuco

por Karine Paixão 

Com a presença do ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, foi assinada na manhã desta sexta-feira (15), no Palácio do Campo das Princesas, para o ato de assinatura dos processos de migração de rádios AM para FM em Pernambuco. O evento contou coma presença da diretora das rádios do Sistema Grande Rio de Comunicação, Ana Amélia Lemos que também é vice-diretora do Sertão do São Francisco da Associação de Empresas de Rádio e Televisão de Pernambuco (ASSERPE) e representou o presidente da entidade, Cléo Nicéas. 

No Estado, várias emissoras aguardavam tal autorização a exemplo das rádios do Sertão com prefixos históricos como as rádios Pajeú, de Afogados da Ingazeira, Agnus Dei/Cardeal, de Arcoverde, Asa Branca de Salgueiro e Educadora de Belém do São Francisco estão entre as que aguardavam o ato do Ministério. Exemplo a ser seguido, a Rádio Voluntários, integrante do Sistema Grande Rio de Comunicação e localizada em Ouricuri, foi a segunda em Pernambuco a realizar a migração. 

Tramitação

A assinatura do documento feita na manhã, desta sexta-feira (15), não quer dizer que haverá migração automática para FM, mas é passo determinante. Após o ato, as emissoras ainda cumprem protocolo técnico até a autorização definitiva. Há ainda os custos para a montagem do novo parque técnico das emissoras, já que boa parte dos atuais equipamentos não servem para FM.

A migração de rede AM para FM no Brasil começou em 2009. O motivo era o desejo dos radiodifusores de preservar seus conteúdos da frequência AM e também melhorar seus serviços com a faixa FM, que tem melhor qualidade de áudio.

As redes AM tem longo alcance, mas sofre com interferências eletromagnéticas devido aos ruídos elétricos urbanos.Já na rede FM, as ondas de rádio são mais uniformes e são menos afetadas por interferências externas.

A migração não é obrigatória, mas os radiodifusores optaram pela mudança para conservarem seus conteúdos. As rádios que optarem por continuar na faixa AM vão ter de se adequar a certas normas, como ter a potência mínima de mil watts em vez de energias instáveis.O não cumprimento das normas vai resultar no encerramento das atividades da rádio, isso se a potência for menor que a caracterizada no AM local.

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