RADIO WEB JUAZEIRO : VEJA O VÍDEO - A SETA AUTOMÁTICA JÁ EXISTE

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

VEJA O VÍDEO - A SETA AUTOMÁTICA JÁ EXISTE

Mais da metade dos motoristas no Brasil não dá seta ao mudar de faixa, diz pesquisa

Na França, 26% dos motoristas erram como a maioria dos brasileiros. Na Espanha, o índice ficou em 39,6%.

Por G1

Pesquisa em rodovia de SP mostra que 57% não dá seta ao mudar de faixa (Foto: Reprodução/ EPTV)

A maioria dos motoristas brasileiros não usa seta ao mudar de faixa na rodovia. O fato foi comprovado por uma pesquisa com 82 mil veículos feita pela concessionária Arteris, que flagrou 57,5% dos condutores indo para outra faixa sem sinalizar.

A empresa usou um método que também foi aplicado na Europa. Na França, 26% dos motoristas erram como a maioria dos brasileiros. Na Espanha, o índice ficou em 39,6%.

Além de prejudicar a decisão de outros motoristas para evitar colisões, não dar seta é uma infração grave, com penalidade de 5 pontos na carteira de habilitação e multa de R$ 195,23.

VÍDEO: brasileiros inventam 'seta automática'

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A pesquisa também constatou que os passageiros da frente estão habituados a usar o cinto de segurança - apenas 1% foi flagrado sem.

Mas no banco de trás o dispositivo básico de segurança é ignorado por 48% dos passageiros. Na Espanha, a taxa foi de 21%.

De acordo com Elvis Granzotti, gerente de operações da Arteris, há uma falsa sensação de segurança no banco de trás.

“O passageiro no banco de trás, sem cinto de segurança, amplia a possibilidade de sofrer e ser agente de lesões, ao ser projetado para frente no caso de acidentes", afirmou.

No levantamento, feito na rodovia Régis Bittencourt em São Paulo, os brasileiros foram mais prudentes que os europeus com relação ao uso de celular e aos limites de velocidade na estrada.

Na França, 41% dos veículos observados excederam o limite, 38,3% na Espanha e 29,6%, no Brasil. No período pesquisado, 1,19% dos motoristas foi visto com celular em mãos no Brasil, enquanto na França o índice foi de 4,1% e na Espanha, de 4,6%.

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