RADIO WEB JUAZEIRO : A OPINIÃO DE ERRY JUSTO

sábado, 4 de novembro de 2017

A OPINIÃO DE ERRY JUSTO

Vc sabe o que essa palavra significa?

Confesso que eu ERRY JUSTO também não sabia. Isso até na quarta feira passada ( dia 1-10-17 ) em sala de aula onde estou pagando a matéria de DIREITOS HUMANOS no primeiro período no curso de Jornalismo e Multimeios da UNEB. A professora (que por sinal tem todo meu respeito e admiração) falou-nos dentre outros pontos referentes a essa matéria sobre essa palavra:

SORORIDADE é a união e aliança entre mulheres, baseado na empatia e companheirismo, em busca de alcançar objetivos em comum. O conceito da sororidade está fortemente presente no feminismo, sendo definido como um aspecto de dimensão ética, política e prática deste movimento de igualdade entre os gêneros.

Dito isso agora vejamos esse caso ocorrido no Estado da Paraíba:

Uma policial militar feminina foi impedida de fazer prova por uma professora na UEPB em Guarabira, no Agreste paraibano. Motivo? Por ser policial, por estar fardada e armada. Sim... Soou estranho né? E pra aumentar mais ainda a polêmica, o curso que a policial faz é o de DIREITO. Em nota, a UEPB informou que não pode se pronunciar sobre o caso pois até não tinha recebido nenhuma denúncia contra a professora na coordenação de direito, nem na ouvidoria da universidade. Ainda de acordo com a nota, a universitária foi orientada a registrar a reclamação formalmente na coordenação do curso para que a instituição tome uma providência.

Agora eu pergunto: cadê o Movimento Feminista para defender o direito” da policial impedida de fazer prova? A meu ver, caso da policial não recebeu a devida atenção do movimento feminista.

O mais interessante ( isto para não dizer, intrigante...) nessa história toda é que até uma juíza no Estado de Minas Gerais de nome Ludmila Lins Grilo, do TJ/MG, questionou o silêncio do movimento feminista. Ela escreveu, em sua conta no Facebook:

“Professora lacradora da UEPB que impediu aluna PM fardada e armada de fazer prova é o retrato da #sororidade? Cadê o movimento feminista para defender o direito da mulher trabalhadora que foi impedida de exercer um direito apenas por estar com sua roupa e instrumento de trabalho? Ou #sororidade é só para as manas?”

Até agora não vi alguma resposta convincente a esse questionamento. E na minha OPINIÃO, observo que o problema não é o fato dela estar armada, mas sim, o fato de ser uma POLICIAL! Sororidade? Coerência? Empatia? Até agora nada!

Segue o fluxo gente amiga!


ERRY JUSTO
Radialista e Jornalista.

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