RADIO WEB JUAZEIRO : CASO BEATRIZ MOTA - MAIOR LEGISTA DO PAÍS FALA SOBRE O CASO

quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

CASO BEATRIZ MOTA - MAIOR LEGISTA DO PAÍS FALA SOBRE O CASO

Reflexões sobre um bárbaro homicídio impune. O caso Beatriz -Petrolina.
Resultado de imagem para GEORGE SANGUINETTI

Há mais de dois anos ocorreu o crime hediondo. Durante uma comemoração de formatura, em tradicional colégio católico de Petrolina, estavam presentes os pais, amigos e grande quantidade de pessoas, como educadores, alunos, familiares e pessoas da comunidade. Uma noite festiva que termina em fatalidade. Quarenta e duas facadas são desferidas no corpo de uma criança de 7 anos, por motivo até hoje não esclarecido. Quanto ao autor, até hoje não foi incomodado e dificilmente o será, pois não há provas técnicas. E o que se faz é divulgar uma imagem, obtida em frente ao colégio, de um indivíduo que circulara na festa. É muito pouco. E por não ter nada provado, divulga-se que é a imagem do suspeito, do autor. A contribuição da cena do crime, ou seja, do local da morte, não permitiu estabelecer nexo de causalidade. E este próprio local, fotografado e "levantado" pela Polícia Técnica, meses depois, é descartado e outro local é apontado como provável cena do crime. Um segredo de Justiça, na investigação policial, impede de analisar os elementos colhidos, ou outros vestígios e indícios menos perceptíveis que possam ter sido ignorados por falta de atenção ou mesmo desconhecimento. Insisto no visum et repertum. Voltar ao local, verificar as fotografias forenses ampliadas, a disposição das manchas de sangue para estabelecer a dinâmica do evento, mensurar todos os vestígios de maneira metodológica.

Creio que o local da morte foi aquele onde o corpo foi encontrado; o autor conhecia muito bem o colégio, já que em tempo limitado, conduziu Beatriz ao local da execução (uma sala isolada e fora de uso) onde não foi visto. Não foi aleatório. Conduziu à morte, a criança que queria conduzir, quando quis conduzi-la. Alguém o ajudou, um cúmplice, não a desferir os golpes, mas a vigiar o local enquanto o homicida agia. Este último, continua convivendo com as pessoas, na cidade de Petrolina, até os dias de hoje. Não foi incomodado. Quanto às imagens do vídeo divulgadas nacionalmente, não há quaisquer provas que fundamentem culpa. A Polícia ainda não obteve êxito na investigação. 

"O tempo que passa é a verdade que foge" (Edmond Locard).



Texto de George Sanguinetti

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Obrigado por seu comentário.

ORTHO100

ORTHO100
.