RADIO WEB JUAZEIRO : CASO MARIELLE: POLICIA PRENDE UM DOS SUSPEITOS DE ESTAR NO CARRO DE ASSASSINOS DA VEREADORA

terça-feira, 24 de julho de 2018

CASO MARIELLE: POLICIA PRENDE UM DOS SUSPEITOS DE ESTAR NO CARRO DE ASSASSINOS DA VEREADORA

A estratégia de investigadores é desestruturar bando de Orlando da Curicica


POR CHICO OTÁVIO / VERA ARAÚJO

Alan de Morais Nogueira e Luis Cláudio Ferreira Barbosa foram presos nesta terça-feira - Reprodução

A Delegacia de Homicídios da Capital (DH) prendeu, na manhã desta terça-feira, um ex-PM acusado de ser um dos ocupantes do carro em que estavam os executores da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. A prisão do policial militar reformado Alan de Morais Nogueira, conhecido como Cachorro Louco, aconteceu por causa de um outro caso. Além dele, também foi preso o ex-bombeiro Luis Cláudio Ferreira Barbosa. Os dois são suspeitos de integrar a quadrilha de milicianos chefiada pelo ex-PM Orlando Oliveira de Araújo, o Orlando da Curicica.

Eles foram presos por serem acusados da autoria dos homicídios de um PM e um ex-PM no sítio de Orlando, em Guapimirim, na Baixada Fluminense, em fevereiro do ano passado, a mando do chefe da quadrilha de milicianos. A informação sobre o envolvimento dos dois partiu do mesmo delator que apontou que o ex-PM Alan Nogueira estava no carro dos executores.

- Os presos vão ficar aqui na delegacia, serão ouvidos não só no caso Marielle, como nesse homicídio pelos quais estão respondendo hoje, e tanto as investigações do caso Marielle, como desse homicídio vão continuar - afirmou o delegado William Batista.

Os mandados de prisão foram expedidos pela Vara Única de Guapimirim, inclusive o de Orlando — preso na Penitenciária Federal de Mossoró, no Rio Grande do Norte — apontado como mandante do crime. Com essas novas prisões, a estratégia dos investigadores é justamente a de desestruturar o bando de Orlando da Curicica e elucidar o crime contra a parlamentar.

Preso, Alan passa a ser uma peça importante nessa quebra-cabeça que virou o caso Marielle. A expectativa da polícia é que, preso e com as informações do delator contra ele, ele ajude a elucidar o que aconteceu na noite do crime.


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