RADIO WEB JUAZEIRO : ANAMARA GANHA QUESTÃO CONTRA BOATE DE GOIÂNIA

quarta-feira, 5 de setembro de 2018

ANAMARA GANHA QUESTÃO CONTRA BOATE DE GOIÂNIA

Famosa boate de Goiânia é condenada a indenizar ex-BBB Anamara, agredida por segurança

Baiana provou na Justiça que sofreu agressão física por parte dos seguranças do local

iBahia 

A boate Woods, em Goiânia, foi condenada a pagar R$ 12 mil de indenização para a ex-BBB Anamara. De acordo com informações do jornal 'O Dia', a baiana sofreu assédio de um dos clientes da casa, se envolveu em uma discussão e foi conduzida por seguranças para uma sala isolada, onde sofreu agressões física.

Segundo a publicação, na decisão da 6ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás, o desembargador Fausto Moreira Diniz ouviu testemunhas que estavam no local e comprovaram a versão de Anamara. Consta na petição que, no dia dos fatos (24 de agosto de 2014), a ex-policial estava a caminho do banheiro com uma amiga, que derramou bebida em outra mulher, iniciando uma discussão. Anamara tentou apartar as duas, mas acabou sendo ameaçada por uma segurança e preferiu voltar ao camarote onde estava com amigos.


Ainda de acordo com o jornal, horas depois, um rapaz alcoolizado insistiu em tirar foto com a ex-BBB e tentou agarrá-la, além de puxá-la pelo braço. Ao conseguir se libertar, o rapaz xingou a morena e os dois iniciaram uma discussão. Anamara contou que foi neste momento que os seguranças a levaram para a sala, 'sob o argumento de que ela tinha causado confusão demais naquele dia'.

Maroca, como ficou conhecida enquanto esteve no 'BBB', disse que os seguranças mantiveram ela presa na sala e a impossibilitou de falar com seus amigos. Ao sair do local, rumo à saída dos fundos do estabelecimento, ela foi agredida com um soco nas costas e caiu das escadas. Anamara, então, registrou uma ocorrência na delegacia logo em seguida. 

Para o desembargador, as situações vividas pela autora “refogem (escapa) da seara do mero aborrecimento, pois os transtornos suportados, como constrangimento à sua liberdade de locomoção e agressões físicas e verbais, geraram o desequilíbrio do seu bem-estar e impotência diante da situação vivenciada, qual seja, o despreparo da equipe de segurança da apelada para conter situação adversa dentro do estabelecimento comercial, ocorrendo sim um abalo emocional a ensejar reparação”.

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