RADIO WEB JUAZEIRO : Líder do PSL fala sobre recuo de corte na Educação; Planalto nega
quarta-feira, 15 de maio de 2019

Líder do PSL fala sobre recuo de corte na Educação; Planalto nega

Bolsonaro teria ligado a Weintraub

‘Não procede a informação’, diz governo

O líder do PSL na Câmara, deputado Delegado Waldir (GO), disse que viu o presidente Jair Bolsonaro falar em telefone sobre recuo do corte no orçamento
Cleia Viana/Câmara dos Deputados

PODER360

O líder do PSL na Câmara, deputado Delegado Waldir (GO), afirmou nesta 3ª feira (14.mai) que o presidente Jair Bolsonaro determinou que não haja mais cortes orçamentários no MEC (Ministério da Educação). A informação é do portal Uol. O governo negou a informação.

Segundo o portal, líderes de 4 siglas, entre eles o líder do PSL na Câmara, Delegado Waldir (GO), que se reuniram com o presidente no Palácio do Planalto, presenciaram o momento em que a decisão foi tomada. Bolsonaro teria feito uma ligação ao ministro da Educação, Abraham Weintraub.

“O presidente ligou para o ministro na nossa frente e pediu para rever. O ministro tentou contra-argumentar, mas não tem conversa”, disse o Delegado Waldir.

No entanto, no início da noite, a Casa Civil negou, em nota, as informações repassadas pelo líder do PSL na Câmara.

“Não procede a informação de que haverá cancelamento do contingenciamento no MEC. O governo está controlando as contas públicas de maneira responsável”, diz a nota.

O Ministério da Economia também negou em nota a declaração de Waldir.

“O ministério da Economia esclarece que não houve nenhum pedido por parte da Presidência da República para que seja revisto contingenciamento de qualquer ministério”, diz a nota.

GREVE NACIONAL DA EDUCAÇÃO

As informações repercutem 1 dia antes da greve nacional em universidades e escolas marcada para esta 4ª feira (15.mai.2019).

Os protestos são uma resposta ao anúncio feito pelo MEC, em 30 de abril, de bloqueio do orçamento de universidades federais, sendo elas: a Universidade de Brasília e as federais Fluminense e da Bahia.

Mesmo com repercussão negativa, o corte foi estendido para todas as universidades federais do País.

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