RADIO WEB JUAZEIRO : O RETRATO DA ADMINISTRAÇÃO DE JUAZEIRO
quarta-feira, 5 de junho de 2019

O RETRATO DA ADMINISTRAÇÃO DE JUAZEIRO

Vereador Allan Jones denuncia bagunça na saúde de Juazeiro. ‘Programas como o da dengue, leishmaniose e doença de chagas não estão sendo realizados por falta de combustível’

Ação popular

O vereador de oposição, em Juazeiro, Allan Jones (PTC) ocupou a tribuna na Casa Aprígio Duarte nesta terça-feira (04) para denunciar a falta de medicamentos em postos de saúde da cidade, e ainda aproveitou do momento para destacar a falta de combustível no veiculo que transporta profissionais que trabalham no projeto de combate as doenças de chagas, dengue e leishmaniose.


“Visitei duas unidades básicas de saúde, uma na Vila Jacaré e a outra no bairro Maringá. O que me causou surpresa foi a falta de medicação via oral, encontrando, apenas, medicamentos injetáveis. Eu ainda cheguei a questionar uma colega médica se uma grávida chegando naquele local hiper-hipertensiva seria obrigada à procurar a Maternidade ou a Farmácia Central”, destacou.

“Se eu fosse secretário de saúde, ou prefeito, não centralizaria as medicações no município de Juazeiro. Acho uma conduta desarrazoada e que uma paciente chegue com hipertensão e seja obrigada à procurar uma upa para tomar um captopril ou outro medicamento, sendo que este problema poderia ser resolvido na própria unidade básica de saúde, e assim desafogaria as urgências e emergências do município. A colega médica me disse que precisou prescrever em nome de outra profissional da unidade básica para se ter pelo menos o captopril naquele local”, lamentou.

Outro fato deplorável apresentado por Allan foi sobre a falta de combustível para a equipe de epidemiologia. “A vigilância epidemiológica de Juazeiro está sem carro em funcionamento. A pessoa que me passou a informação me disse que nunca tinha visto isto na história de Juazeiro algo semelhante. Ela afirmou não ter um veículo para se deslocar ao ambiente de trabalho, e que programas como o da dengue, leishmaniose e doença de chagas não estão sendo realizados por falta de combustível. Será que em uma cidade do porte de Juazeiro, se pedir combustível é demais para se combater doenças graves?”, questionou.

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