RADIO WEB JUAZEIRO : Passageira que denunciou estupro de motorista por app mentiu para chamar a atenção de namorada, diz polícia
quarta-feira, 22 de janeiro de 2020

Passageira que denunciou estupro de motorista por app mentiu para chamar a atenção de namorada, diz polícia

Segundo o boletim de ocorrência, o caso teria ocorrido depois que o valor de R$ 15,30 não foi pago. Jovem foi indiciada por três crimes.

Por Carlos Dias, G1 Sorocaba e Jundiaí
Caso foi registrado na Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Jundiaí 
 Foto: Fernanda Elnour/TV TEM/Arquivo

A passageira que disse ter sido estuprada por um motorista por aplicativo no bairro Nova Cidade Jardim, em Jundiaí (SP), mentiu para chamar a atenção da namorada. A informação foi confirmada pela Polícia Civil, na tarde desta terça-feira (21).

A mulher que dizia ser vítima do crime sexual contou a nova versão em depoimento depois de ser confrontada pela Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) com novas informações. A jovem, de 18 anos, foi indiciada por falsa comunicação de crime, denunciação caluniosa e fraude processual.

A prisão temporária do motorista será revogada pela Justiça. Anteriormente, o motorista foi intimado pela delegacia, mas apenas seu advogado compareceu. A esposa dele contou à polícia que estava com o rapaz no dia em que foi informado que teria ocorrido o crime.

O caso

A suposta ocorrência chegou à Delegacia de Defesa da Mulher no dia 13 de janeiro por denúncia da jovem. A mulher informou, conforme o boletim de ocorrência, que na manhã do dia 11 de janeiro um carro parou ao lado dela e o motorista teria a ameaçado com uma arma para que entrasse no veículo.

Em seguida, ele teria dirigido para um local sem movimentação e praticado o crime. Ainda na ocasião, a mulher teria sido deixada em um terreno baldio, resgatada e levada ao hospital, onde foi medicada contra doenças e prevenção de gravidez.

A passageira também relatou que no dia 22 de dezembro pediu uma viagem por aplicativo de casa ao trabalho e que o motorista seria o homem que a abordou dias depois. O motivo do ataque, ainda conforme o registro, foi pelo não pagamento de R$ 15,30.

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