RADIO WEB JUAZEIRO : Conheça os mitos e verdades da vacina contra a gripe
quarta-feira, 25 de março de 2020

Conheça os mitos e verdades da vacina contra a gripe

Campanha de vacinação iniciou e segue até maio em todo país


O Ministério da Saúde antecipou a Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe, começando nesta segunda-feira (23), em todo país. Mesmo sendo uma mobilização anual, ainda há dúvidas em relação à vacina contra a influenza. A coordenadora do curso de Enfermagem da Faculdade UNINASSAU Petrolina, Ana Paula Andrade, explica a importância da imunização.

A campanha iniciou dando prioridade aos idosos e trabalhadores da área da saúde. “A terceira idade é um público muito sensível à campanha, muitos acham que a vacina favorece a gripe e isso é mito. As vacinas com vírus inativado ou vírus ativo, nenhuma delas, causam gripe”, frisou Ana. 

A gripe é uma doença que pode causar sérias complicações de saúde, até a morte. “Os vírus sofrem constantes alterações, então todo ano é atualizada a composição das vacinas e o público-alvo deve tomar novamente. A vacinação é a medida mais adequada para prevenir complicações”, disse.

Em Petrolina, as unidades atendem, das 7h às 17h, na zona urbana, e das 8h às 13h, na zona rural. O dia “D” de mobilização nacional será realizado no dia 9 de maio, abrangendo os grupos prioritários.

Confira abaixo outros mitos e verdades:

A gripe é como um resfriado? Mito.

A gripe tem como sintomas iniciais febre alta, tosse, calafrios, dores musculares e nas articulações, bem como dor de cabeça. Pode causar complicações graves e até morte. Já os resfriados costumam apresentar corrimento nasal, irritação na garganta e, talvez, um pouco de febre.

A vacina contra a gripe não é eficaz! Mito.

A eficácia da vacina tende a ser moderada (em média de 40%-60%) e muda a cada ano. Depende da idade do indivíduo, da condição de saúde da pessoa e de quão bem os vírus usados para as vacinas correspondem aos que estão circulando.

A gripe pode ser uma doença fatal? Sim.

Certos grupos populacionais correm mais riscos, como mulheres grávidas, crianças com menos de cinco anos, idosos e pessoas com condições crônicas, como diabetes e doenças pulmonares e cardíacas.

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