RADIO WEB JUAZEIRO : Fortaleza registra sete semanas seguidas de redução na média diária de óbitos por Covid-19, diz prefeito

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quarta-feira, 8 de julho de 2020

Fortaleza registra sete semanas seguidas de redução na média diária de óbitos por Covid-19, diz prefeito

Na última semana, a capital cearense registrou média de 6,7 óbitos por dia, índice que já chegou a 87
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Por G1 Ceará

O prefeito Roberto Cláudio informou, na tarde desta terça-feira (7), que a média diária semanal de óbitos por Covid-19 em Fortaleza registrou uma queda ao longo das últimas sete semanas, saindo de 87 mortes por dia na semana do pico na capital para 6,7 óbitos por dia na semana passada. As informações foram divulgadas durante uma transmissão ao vivo realizada nas redes sociais.

"Nas semanas 19 e 20 a gente chegou em nosso pico com mais de 80 óbitos por dia sendo confirmados. A semana 20, inclusive, foi a mais trágica de todas. No entanto, a partir dela a gente veio em uma sequência de sete semanas seguidas de queda de óbitos. Saindo de um pico de 87 óbitos em média por dia para, em média, 6,7 óbitos por dia. Uma queda bastante consistente ao longo das últimas sete semanas", disse.

O prefeito revelou ainda que houve uma redução no número de pacientes com quadro gripal sugestivo de Covid-19 necessitando atendimento em leitos de enfermaria ou de UTI na capital cearense nas últimas cinco semanas, que coincidem com o processo de reabertura da economia.

"Existe uma tendência consistente de queda na necessidade de internação de pacientes com quadros gripas sugestivos de Covid em enfermarias ou UTIs ao longo do período do processo de abertura. Na semana passada, por exemplo, a gente chegou ao nosso menor patamar, que foi uma média de necessidade de internação de apenas 16 pacientes", afirmou.

Números da Covid-19 no Ceará

Os casos confirmados da Covid-19 nos municípios cearenses somam 126.142, com 6.563 mortes, segundo dados da plataforma IntegraSUS, atualizada às 17h34 desta terça-feira (7). O total de pacientes recuperados chega a 99.249.

O IntegraSUS aponta ainda que outros 68.713 casos suspeitos do novo coronavírus estão em investigação, à espera do resultado dos testes. Ao todo, o Estado já realizou 318.892 exames para detectar a doença. O número de mortes suspeitas pela Covid-19 é de 599.

Fortaleza é a cidade que lidera os índices do novo coronavírus e contabiliza 37.338 diagnósticos positivos e 3.398 mortes em decorrência da infecção. Nesta segunda-feira (6), a capital iniciou a fase 3 do plano de reabertura econômica do Governo do Estado.

Sobral, na Região Norte, é a segunda cidade com os maiores índices do coronavírus no Ceará. O município contabiliza 7.621 casos confirmados e 249 óbitos por complicações da doença. De acordo com um estudo da Universidade Federal de Pelotas, a cidade tem a maior incidência de contaminados pelo novo coronavírus no Brasil.

Cidades como Juazeiro do Norte, Barbalha, Crato, Brejo Santo, Tianguá e Iguatu também estão em isolamento rígido. Na Região do Cariri, Juazeiro do Norte já confirmou 2.757 casos e 124 mortes. Sobral está em lockdown desde 1° de junho, na tentativa de diminuir a disseminação da doença. 

Os municípios de Maracanaú e Caucaia, na Grande Fortaleza, têm 4.142 e 4.028 casos confirmados, respectivamente. Caucaia soma 292 mortes e Maracanaú acumula 213, em decorrência da Covid-19. Os 43 três municípios da Macrorregião da capital iniciaram a segunda fase de reabertura nesta segunda (6). A etapa é marcada pela reabertura dos restaurantes, com horário de funcionamento das 9h às 16h.

As cidades de Quixadá (2.221), Camocim (1.909), Acaraú (1.820), Itapipoca (1.724) e São Gonçalo do Amarante (1.717), chamam atenção com o número de casos confirmados.

Veja outras informações da plataforma:

A taxa de ocupação das UTIs cearenses é de 71,22%;
A taxa de ocupação das enfermarias cearenses é de 46,13%;
A mortalidade da doença no Estado é de 5,2%.

Os números apresentados pela Secretaria da Saúde são atualizados permanentemente e fazem referência à disponibilidade dos resultados dos testes para detectar a presença dos vírus, ou seja, não necessariamente correspondem à data da morte ou do início da apresentação dos sintomas pelo paciente.

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