RADIO WEB JUAZEIRO : Alan Cléber rebate denúncia e diz que vai procurar a justiça
segunda-feira, 5 de julho de 2021

Alan Cléber rebate denúncia e diz que vai procurar a justiça

Ação Popular

Está o maior babado nas redes sociais de Juazeiro, uma matéria envolvendo o nome do ex-secretário de Cultura de Juazeiro, Alan Cléber em um suposto caso de “desvio de recursos do Projeto Aldir Blanc”, fato esse negado pela assessoria do cantor em um nota postada em grupos de whatsapp.


“Quem produziu e publicou tal denuncismo barato, que também existe LEI para o terreno virtual, os crimes contra a honra ao cantor Alan Cleber, sendo eles os de calúnia, injúria e difamação, serão devidamente encaminhados para a JUSTIÇA”, destacou na nota.

Veja abaixo:

“Que a indústria do denuncismo seja competente, dispensam-se fofoqueiros inconsequentes”( Claudeci Ferreira de Andrade)

Em resposta a publicação caluniosa e vil publicada na imprensa, que atesta sua conduta nada profissional e que desconhece os princípios básicos do bom fazer jornalístico, o cantor Alan Cleber, acusado criminosamente de “desviar recursos do Projeto Aldir Blanc, mesmo sem ter sido procurado pela dita “jornalista” que escreveu a matéria, vem a público esclarecer que:

1. Juliano Wilton Nunes de Souza jamais foi seu cônjuge, estado civil que necessitaria de alguma oficialização, ainda que fosse na condição de União Estável, o que não configura a relação do artista com este rapaz que se infiltrou na sua vida e foi banido assim que expos o seu caráter danoso.

2. O termo “laranja”, citado na sofrível “reportagem” em nenhuma hipótese caberia, já que Juliano Wilton, CPF 102.258.014-06, se Inscreveu legalmente no Auxílio Emergencial da Lei Aldir Blanc, na modalidade de entidade de Cultura Popular, provando trabalhar como palhaço em eventos festivos e campanhas sociais, há mais de 15 anos. O mesmo se inscreveu no chamamento público n. 006/2020 da Prefeitura de Juazeiro, através da Secretaria de cultura e Turismo e Esportes, após realizar seu cadastro, como artista, no credenciamento feito pelo órgão municipal, quando mais de 300 artistas também se cadastraram. Aprovado seu projeto, ele recebeu o recurso no seu próprio nome e fez uso do valor recebido, sem qualquer proveito de Alan Cleber.

Juliano Wilton Nunes de Souza apresentou e oficializou um projeto a um órgão publico, assumindo, inclusive com sua assinatura extensa e expressa, um histórico, onde afirmava ser “um artista circense que vem ao longo de mais de 15 anos trabalhando como o Palhaço Xaropinho, animador cultural de festas infantis, apresentação em escolas públicas para crianças na periferia de Petrolina. O trabalho do Palhaço Xaropinho é acompanhado de um grupo de músicos formando portanto um grupo cultural animador de festas e apresentações circenses. O Grupo Cultural Palhaço Xaropinho é formado por mais 5 integrantes que, com muita criatividade, apresentam espetáculos com os mais diferentes personagens infantis, buscando sempre valorizar os personagens dos livros de histórias infantis. Devido a Pandemia os trabalhos foram interrompidos desde março até o momento, fazendo com o que o Palhaço Xaropinho tivesse que participar de algumas lives”( (declarações do informante que podem ser conferidas nos arquivos da Prefeitura de Juazeiro)

3. A participação do “palhaço xaropinho”, Juliano Wilton, não feriu a nenhum critério do Projeto Aldir Blanc, pois, sendo ele um artista impedido de trabalhar durante a pandemia da covid 19, conforme o mesmo assinou em documento oficial, se enquadraria nos ditames da Lei Aldir Blanc. Sequer o critério que impediria algum parentesco com um ente da Prefeitura de Juazeiro, foi ferido, já que Juliano NÃO tinha NENHUM parentesco com o cantor Alan Cleber, então secretário da pasta de cultura, e apenas teve com o mesmo um “affair” que se tornou público, diferente dos demais.

4. O valor de 3 mil reais, pago pelo projeto que apresentou, foi usado por Juliano Wilton, cidadão que tem contas a pagar, e necessitava deste Auxílio Emergencial.

5. Por fim, o cantor Alan Cleber reafirma sua ilibada conduta profissional, baseada na ética e na luta diária de um operário da arte, com serviços prestados à sua comunidade, também na área social. Um juazeirense que honra o nome construído ao longo de quase 30 anos de carreira, honra também o nome da sua família formada por pessoas do bem, e lamenta que a calúnia, estranhamente assinada por uma “jornalista”, tenha confiado numa fonte com um pregressa ficha criminal de ex-presidiário, que por não ter um nome idôneo, não se furta de atirar sua lama em quem quer que seja. Que a “jornalista” invista nos editoriais de fofocas, pois quem sabe assim ganhará alguma notoriedade, ainda que chula.

No mais, lembrando a quem produziu e publicou tal denuncismo barato, que também existe LEI para o terreno virtual, os crimes contra a honra ao cantor Alan Cleber, sendo eles os de calúnia, injúria e difamação, serão devidamente encaminhados para a JUSTIÇA.


Ascom do cantor Alan Cleber

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