RADIO WEB JUAZEIRO : ‘Fui condenado por defender um colega’, diz Datena sobre processo
quinta-feira, 22 de julho de 2021

‘Fui condenado por defender um colega’, diz Datena sobre processo


Datena foi condenado pela Justiça de São Paulo a pagar uma indenização de R$ 5 mil por danos morais a um policial militar, segundo o colunista Rogério Gentile, do UOL. O apresentador comentou a decisão, e disse que vai recorrer no processo.

“Fui condenado por defender um colega meu e assim farei até a morte. Eu não fui condenado a indenizar a Polícia Militar por ofensa coisa nenhuma. Eu disse que o cara não tem o equilíbrio necessário para usar uma farda da Polícia Militar. E eu continuo achando isso, e é por isso que nós vamos recorrer”, começou.

“Como cabe recurso, eu tenho direito a recurso. Eu fui condenado porque, quando a gente foi fazer um acidente, e a gente colabora pra caramba com o Corpo de Bombeiros, veio um cidadão e empurrou o nosso cinegrafista ostensivamente. Não sei por que o nosso cinegrafista e nem a Band não fizeram boletim de ocorrência sobre isso. Empurrou ostensivamente o nosso cinegrafista com o argumento de que ele não podia ficar naquele local, que era perigoso”, declarou Datena durante o “Brasil Urgente”.

Para finalizar, ele explica que vai recorrer. “Pô, se tem alguém que defende polícia aqui, sou eu. Mais do que eu, é difícil. Agora, quando o cara vem e empurra um cidadão que por acaso está no meu programa, por acaso é o meu companheiro de profissão e seria com qualquer outro, de qualquer outra emissora de televisão, eu me revolto. Acho que o nosso companheiro foi agredido, não foi feita a perícia para analisar isso, deveriam ter visto bem o vídeo. Ele foi empurrado, foi agredido. Ninguém pode exigir através de violência que se cumpra uma ordem. É só pedir para sair do lugar, pronto e acabou. Simples assim. Mais nada. Se tem alguém que ajuda o Corpo de Bombeiros aqui, sou eu. Pode ser que tenha alguém que ajude igual, mais não.”

O caso aconteceu em agosto do ano passado, em que o policial afirmou à Justiça que precisou falar de forma “enérgica” com o cinegrafista da Band para que ele se afastasse da “zona quente” de um acidente de carro. O veículo corria risco de explodir.

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